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- Reforma tributária (IVA, CBS e IBS).
- Reajuste de preços da própria Meta, que agora vai repassar impostos como PIS, COFINS e ISS, antes absorvidos por ela.
Mas como isso impacta o seu negócio?
Hoje, muitos e-commerces dependem fortemente da Meta Ads: 70% a 80% das vendas ainda vêm dos anúncios. Agora, imagine uma empresa que opera com margens apertadas, entre 15% e 20%. Um aumento de 12% no custo de aquisição pode fazer com que, simplesmente, o negócio não feche a conta.
Na prática, isso pode provocar uma seleção natural no mercado:
- Pequenos negócios, com margens estreitas, terão dificuldade de competir.
- Apenas os players mais robustos vão conseguir se manter no médio e longo prazo.
A Meta precisa monetizar, claro, mas se os anunciantes não enxergarem viabilidade econômica, simplesmente deixarão de investir. E isso pode se tornar um tiro no pé para a própria plataforma. Para compensar, talvez seja necessário baratear o CPM e manter a atratividade da rede.
O que muda para as empresas?
Se o jogo vai ficar mais caro e competitivo, o empreendedor não pode mais “brincar” de tráfego pago.
Agora, ele precisa escolher entre:
- Arriscar confiando no sobrinho que “sabe mexer em anúncios”, com grande risco de perder dinheiro.
- Contratar um profissional qualificado, com histórico comprovado, visão estratégica e capacidade de otimizar cada real investido.
Conclusão:
Diversificar suas fontes de tráfego.
E aqui vai um ponto crucial: nunca dependa de uma única fonte de tráfego ou plataforma. A Meta é poderosa, mas colocar todos os ovos na mesma cesta é arriscado. Alternativas como Google Ads, TikTok e Pinterest precisam estar no radar.
Quem se preparar agora terá vantagem competitiva quando o cenário se tornar mais desafiador. A pergunta é sua empresa já está pronta para essas mudanças?